Sindicato dos Fabricantes de Equipamentos, das Empresas Fornecedoras de Produtos e Serviços de Projeto, Montagem e Manutenção de Cozinhas Industriais em Hotéis, Motéis, Flats, Restaurantes, Bares, Lanchonetes, Fast-Foods, Supermercados, Hospitais, Escolas, Clubes e Similares do Estado de São Paulo.


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POLÍTICA ECONÔMICA
Empresas aproveitam déficit do Iraque para expandir vendas

25/04/11 - 00:00 - Karina Nappi

são paulo - Empresas descobrem que o Iraque é um mercado promissor para produtos brasileiros, uma vez que há falta de produção iraquiana - 98% dos produtos consumidossão importados. A afirmação é do Jalal Chaya, presidente da Câmara Brasil Iraque.

"O contato com empresários iraquianos nas feiras internacionais têm ajudado bastante os brasileiros a compreenderem essa realidade promissora. Outros fatores de peso são a qualidade dos produtos provenientes do Brasil que o importador diferencia e o aumento do poder aquisitivo da população", pontua.

O número de empresas brasileiras ou com operações no Brasil que exportam diretamente ao Iraque está crescendo. No ano passado, 120 companhias brasileiras ou com operações no Brasil venderam seus produtos diretamente ao mercado iraquiano. Isso representa um crescimento de 35% em relação ao ano anterior.

No primeiro trimestre do ano, o faturamento das empresas brasileiras com o mercado iraquiano ficou 4,5% acima do mesmo volume apurado nos três primeiros meses de 2010. De janeiro a março de 2011 as exportações brasileiras foram de US$ 216,4 milhões ante aos US$ 207 milhões do mesmo período do ano passado.

"Acreditamos que essa expansão deve continuar por conta da estruturação da presença de empresas iraquianas somado a alta do petróleo e o crescimento do poder aquisitivo da população. Um sinal é a entrada de novos produtos na lista, como água mineral, gomas de mascar e calçados. As exportações devem ter um incremento entre 10% e 20% com relação a 2010", aponta.

A expectativa para o superávit, favorável para o Brasil, segundo Chaya dependerá da situação de importação de petróleo pelo Brasil. "Talvez haja a repetição do mesmo índice ou algo mais próximo de 1%."

Os setores de interesse por parte das empresas brasileiras são muito variados: alimentos, autopeças, equipamentos hospitalares, grandes máquinas de construção, artefatos de cozinha, medicamentos entre outros.

"Os setores que ainda encontra-se demanda para novas operações são: vestuário, itens ligados a construção e serviços.

Fonte: DCI